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Notícias

Ética no trânsito

Postado em: 23/07/2008 - Notícias

Ética no trânsito
“Criticamos duramente condutas que refutamos incorretas ou inadequadas em determinadas situações concretas. E as nossas condutas no trânsito?...”

Até quando vamos ter condutas irracionais? Sabe-se que não se deve misturar álcool e direção veicular, mas muitos misturam. Sabe-se que não é recomendável exceder a velocidade, mas muitos excedem. Sabe-se que não é correto transportar pessoas na parte de carga do veículo, mas muitos transportam.

Por qual razão se desrespeitam tanto as normas de trânsito? Então, chega-se a uma resposta óbvia, falta de ética. Falta de ética? Sim, exatamente a ética, no nosso cotidiano, no nosso dia-a-dia. Quando falamos em ética, temos uma noção do que se trata, mas efetivamente, temos algumas dificuldades de explicar, pois ela pode ser tão ampla quanto os desejos e anseios do ser humano. Ser ampla no sentido da liberdade do que pensamos e do que fazemos no nosso cotidiano. Muitas vezes, dizemos que fulano ou beltrano não tem ética, que é falta de ética determinada ação de um colega de trabalho, de um político e assim por diante. Criticamos duramente condutas que refutamos incorretas ou inadequadas em determinadas situações concretas.

E as nossas condutas no trânsito? E por qual razão apontamos falhas dos outros e esquecemos as nossas? Talvez por ser mais fácil apontar as falhas dos outros do que as nossas. Ética é questão de atitude, é questão do nosso cotidiano, como explica o filósofo australiano Peter Singer “A ética é um exercício diário, precisa ser praticada no cotidiano. Só assim ela pode se afirmar em sua plenitude numa sociedade. Se uma pessoa não respeita o próximo, não cumpre as regras de convivência, não paga seus impostos ou não obedece às leis de trânsito, ela não é ética. Num primeiro momento, pequenas infrações isoladas parecem não ter importância. Mas, ao longo do tempo, a moral da comunidade é afetada em todas as suas esferas. Chamo a isso de círculo ético. Uma ação interfere na outra, e os valores morais perdem força, vão se diluindo. Para uma sociedade justa, o círculo ético é essencial” (In revista Veja de 21.02.07).

Devemos pensar e refletir o que queremos para a nossa sociedade. Agir com ética é fundamental, sempre respeitando o nosso semelhante e as normas a todos impostas, inclusive as do trânsito.
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Artigo escrito em fevereiro de 2008.
Autor: Wilson de Barros Santos

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Média de mortes no trânsito despenca no RS

Postado em: 21/07/2008 - Notícias

Queda no número de vítimas fatais superou 50%

O número de acidentes com vítimas nos finais de semana caiu mais de 50% desde a implantação da lei de tolerância zero ao álcool. Em julho, a média de mortos em acidentes de trânsito no Rio Grande do Sul caiu para oito vítimas a cada fim de semana. Nos meses anteriores, a média foi de 15 mortes em abril, 17 em maio e 10 em junho, quando começou a lei de tolerância zero ao álcool.

O número total de mortes também teve diminuição acentuada. Em abril, foram 60 vítimas fatais, em maio, 69, e, em junho, 43. Em julho, morreram 24 pessoas, quase um terço do registrado em maio, que foi o período mais violento. Para o especialista em engenharia de trânsito Mauri Panitz, a redução não é reflexo da lei de tolerância zero ao consumo de álcool, mas sim do aumento da fiscalização.

Desde sexta-feira, pelo menos seis pessoas morreram em acidentes de trânsito no Estado. Na manhã de sábado, pai e filho perderam a vida no sul do Estado. Cézar Morais Escalate, 36 anos, e o filho Mateus, 13, morreram após colisão entre a carreta que estavam e um trem na BR-392, em Pelotas. Todas as ocorrências com vítimas fatais foram registradas no interior gaúcho.

Fonte: Zero Hora

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Viva, sim, a tolerância zero no trânsito!

Postado em: 24/06/2008 - Notícias

Enviado por Juarez Becoza - para o site Globo On line

Caro leitor:

Recebo a missiva do Carrodecombate, fiel leitor deste blogue, pedindo minha opinião sobre a nova legislação de trânsito, que impõe rigor absoluto contra os motoristas que bebem ao volante.

Ele coloca que acha um exagero punir com pesadas multas e até prisão o sujeito que sai de casa para tomar um inocente chopinho ou dois e voltar dirigindo. Pois bem: eu não acho. No Brasil, quem bebe, não pode dirigir. E ponto.

Infelizmente, caro Carrodecombate, vivemos um período de exceção. Não soubemos usar a liberdade que décadas de legislação mais flexível nos ofereceram. E não só por culpa de motoristas irresponsáveis. A irresponsabilidade, triste característica enraizada na nossa cultura, permeia também as ações de empresários e comerciantes, que incentivaram, anos a fio, o consumo de bebidas alcóolicas em postos de gasolina e afins. O resultado disso é o triste posicionamento do Brasil no topo do ranking dos países com mais mortes no trânsito no mundo.

Só para citar um exemplo de como essa irresponsabilidade está no nosso DNA, lembro-me até hoje de um surreal evento organizado por uma grande cervejaria, cerca de 20 anos atrás no Rio de Janeiro. A empresa inventou de fazer uma festa com farta distribuição de cerveja nos galpões de um centro de convenções. Ocorre que o lugar ficava a mais de 40 quilômetros do centro da cidade, e na época praticamente não havia linhas de ônibus, trem ou metrô até o lugar. O resultado foi um acesso massivo de automóveis ao evento. E na volta, um festival de batidas e barbeiragens, cometidas por motoristas encharcados. Isso sem contar nas centenas de veículos  esquecidos no estacionamento, por gente que não era capaz de lembrar onde tinha largado o próprio carro... Uma patacada, patrocinada pela indústria da bebida e com o alvará da digníssima prefeitura...

Por essas e outras, caro leitor, eu sou francamente favorável à nova lei e a qualquer outra ação de franca repressão ao uso de bebida na direção. Sei que posso soar careta para muitos nobres leitores deste blogue, mas fecho questão nisso.

Eu, que bebo por profissão, sempre andei e morrerei andando de táxi. Aliás, como sou um radical nessa questão, não tenho nem automóvel nem carteira. Não defendo isso para todos, claro, mas martelo na convicção: beber e dirigir, não. Nem um chopinho. O serviço de táxi nas grandes cidades do Brasil é um dos mais baratos e eficientes do mundo. Aproveitemos, pois, essa condição e deixemos o carro na garagem quando formos ao boteco.

Essa, meu caro Carrodecombate, é a minha opinião.

 
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Tolerância Zero

Postado em: 07/07/2008 - Notícias

Onze motoristas embrigados
Operações policiais foram direcionadas a flagrar condutores que tinham ingerido bebida alcoólica
JOÃO HENRIQUE MACHADO E GRAZIELA ANDREATTA

Trabalho conjunto entre órgãos de fiscalização foi entre a noite de sexta e a madrugada de sábado

Caxias do Sul - Até o início da noite de ontem, oito motoristas foram presos e outros três foram multados por dirigir sob efeito de álcool no final de semana na Serra. Os casos foram flagrados em quatro blitze em ruas e estradas da região. As fiscalizações mais intensas ocorreram na noite de sexta-feira, na BR-116, e na madrugada de sábado, na Rua Visconde de Pelotas, no bairro Pio X, em Caxias. Autoridades também realizaram ação educativa (leia ao lado).

O maior número de prisões ocorreu na blitz da Polícia Rodoviária Federal (PRF), na 116. Na ação, quatro motoristas foram detidos após terem feito o teste com o bafômetro e outro foi multado por não exceder os 0,3 miligramas de álcool por litro de ar exalado, limite a partir do qual é configurado crime de trânsito.

Horas depois, a ação da Visconde de Pelotas envolveu a Brigada Militar, o Departamento Municipal de Trânsito (DMT), a Polícia Civil e a PRF, que apoiou o grupo com viatura, patrulheiro e bafômetro. Durante a movimentação, ocorrida das 6h às 8h30min, três motoristas foram presos e outros dois foram mutuados por beber e dirigir. A Polícia Civil precisou efetuar duas perseguições a veículos que driblaram o bloqueio. Um dos carros foi interceptado, mas não foram encontradas irregularidades. O motorista, de 23 anos, disse ter fugido por medo. Mesmo sem transpor o bloqueio, muitos condutores conseguiram fugir da fiscalização, pois o movimento policial podia ser visto de longe e ruas perpendiculares à Visconde de Pelotas serviam como fáceis rotas alternativas.

O oitavo motorista embriagado e detido no fim de semana foi flagrado na RSC-470, em Bento Gonçalves, durante fiscalização especial do Grupamento Rodoviário. Pelo menos sete dos detidos foram liberados após pagamento de fiança. Todos tiveram a carteira de habilitações suspensas por um ano e foram multados em R$ 957.

Segundo os fiscais do DMT, a maioria dos motoristas flagrados dirigindo sob efeito de álcool disse ser a favor de penas duras para quem dirige bêbado. Porém, consideram a necessidade de uma tolerância maior. Essa também é a opinião de um dos condutores que foram presos neste final de semana. Após passar a noite num bar, foi abordado numa blitz assim que deixou a namorada em casa. O teste do bafômetro acusou 0,41 miligramas de álcool por litro de ar.

- Há tantos bandidos soltos nas ruas e eu estou sendo preso por beber um pouco de cerveja. Vou conseguir pagar a fiança, mas ainda assim vou ficar sem a carteira de motorista por um ano - lamentou o condutor, de 31 anos.

( joao.machado@jornalpioneiro.com.br )

( graziela.andreatta@jornalpioneiro.com.br )

Mais
Estatística
Na apresentação aos jovens no posto de gasolina, o tenente Dall´Acua lembrou que 36 mil pessoas morreram no trânsito, no Brasil, no ano passado. Em 75% dos acidentes com morte registrados em 2007, os condutores estavam embriagados.

 Fonte: Jornal Pioneiro
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OMS quer reduzir mortes no trânsito

Postado em: 19/06/2008 - Notícias

 

As mortes provocadas por acidentes de trânsito se equiparam ao número de óbitos por câncer em todo o mundo. São 1,26 milhão de pessoas que morrem, todo ano, vítimas do tráfego, constituindo um dos maiores problemas de saúde pública, ficando atrás apenas das mortes por doenças cardiovasculares. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que, para cada óbito, existem 34 feridos e 11 casos com seqüelas. Os números impressionam e essa realidade precisa ser revertida. Por isso, a OMS elegeu para hoje, Dia Mundial da Saúde, o tema "Segurança e Educação no Trânsito" para que seja melhor discutido na sociedade.

Em épocas de feriados prolongados, como Semana Santa, quando há um volume maior de veículos nas estradas, a combinação de excesso de velocidade, desrespeito às leis de trânsito e condições precárias das vias, além do tempo chuvoso, resultam sempre em perdas. No entanto, seqüelas e mortes provocadas por traumas no trânsito são passíveis de prevenção. Basta, para isso, respeitar o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), fazendo uso do cinto de segurança nos bancos dianteiros e traseiros, respeitando as velocidades permitidas em vias e estradas, jamais combinar álcool e direção, não dirigir cansado ou com sono e cuidar da manutenção do veículo.

"É preciso mudar a cultura, a mentalidade do povo que não obedece as leis de trânsito. A orientação à população é a única maneira de mudar essa realidade", afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, professor titular de Ortopedia da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, Neylor Lasmar. A gerente de Urgência e Emergência da Secretaria Municipal de Saúde, Betty Kopit, faz coro com o médico e acredita que campanhas educativas devem ser constantes e precisam visar a criança e o adolescente, futuros motoristas. "As campanhas têm sido positivas, mas os resultados não são imediatos. Elas devem ser freqüentes, para não haver acomodação", defende.

A responsável pela Coordenadoria de Doenças e Agravos Não-Transmissíveis (Cedant) da Secretaria de Estado da Saúde, Maria Leonor Ferreira Abasse, frisa que existem duas portarias do Ministério da Saúde (737, de 16 de maio de 2001; e 344, de 19 de fevereiro de 2002) que tratam da Política Nacional de Redução da Morbi-Mortalidade por Acidentes. Ela informou que, a partir de agora, a idéia é sensibilizar a população com campanhas educativas ao longo do ano. Médicos que trabalham nos setores de urgência e postos de saúde deverão ser um instrumento de sensibilização da população. "É preciso envolver nos debates diversos municípios e instituições, no sentido de prevenir os danos".

Hoje, às 10 horas, no salão nobre da Prefeitura de Belo Horizonte, será apresentada a pesquisa de acompanhamento de vítimas e assinatura da portaria que cria a Comissão Intersetorial de Controle e Prevenção de Acidente de Trânsito, com representantes do Executivo, instituições de Ensino Superior, rede hospitalar de atendimento de urgência e sociedade civil, para elaborar e propor medidas para controle dos acidentes de trânsito.

Também serão inauguradas 280 travessias de pedestres e 180 "botueiras" (botões de sinalização em que o próprio pedestre os aciona quando deseja atravessar o cruzamento). O evento acontece na Rua da Bahia com Avenida Augusto de Lima. Haverá participação da Banda da Polícia Militar e soltura de balões brancos, simbolizando a paz. Também as 40 Coordenadorias Regionais do DER/MG promovem hoje ações educativas de trânsito, com palestras, passeatas, blitz educativa, passeios ciclísticos, exposições e outras atividades.


Fonte: Hoje em dia Online
Autor: Luciana Neves

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IBGE: mortes por violência no trânsito no RS são acima da média nacional

Postado em: 04/06/2008 - Notícias

No Brasil, os homens são as principais vítimas nas estradas

O Rio Grande do Sul apresenta uma média de mortes provocadas por acidentes no trânsito acima da nacional, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou pesquisa nesta quarta-feira com dados de 2004.

No Brasil, a média é de 19,6 mortes por 100 mil habitantes, enquanto no Estado esse indicador chega a 20,3. As Regiões Centro-Oeste e Sul apresentam taxas superiores à média brasileira. Santa Catarina, Goiás e Paraná são os Estados com as maiores mortalidades por acidentes de transporte.

No Brasil, os homens são as principais vítimas do trânsito.

"A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera os acidentes de trânsito como um dos maiores problemas de saúde pública no mundo, especialmente nos países em desenvolvimento, conseqüência da acelerada urbanização e motorização, não acompanhada na mesma proporção de infra-estrutura adequada. Além das mortes, há casos de deficiências permanentes", diz o IBGE.

No ano de 2004, a segurança no trânsito foi o tema do Dia Mundial da Saúde, determinado pela OMS, para alertar sobre a relevância do assunto e sobre a necessidade de políticas públicas integradas entre os diversos setores públicos e privados e da sociedade civil organizada no combate ao problema.

 

Fonte: ZEROHORA.COM, COM IBGE
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Comissão aprova restrição a transporte de bebida em carros

Postado em: 19/06/2008 - Notícias

A Comissão de Viação e Transportes aprovou ontem o substitutivo do deputado Beto Albuquerque (PSB-RS) que considera infração grave o transporte de bebida alcoólica no interior da cabine de passageiros de automóveis. O texto permite o transporte de bebida alcóolica apenas no porta-malas.

O substitutivo foi apresentado ao Projeto de Lei 2216/07, do deputado Augusto Carvalho (PPS-DF), que tornava esse tipo de transporte uma infração gravíssima.

O objetivo da punição é desestimular o uso de bebidas alcoólicas pelos motoristas e, assim, reduzir o número de acidentes nas rodovias. "O álcool é incompatível com a direção. Quem bebe não deve dirigir", ressalta Beto Albuquerque.

Retenção do veículo

O substitutivo estabelece que o veículo será retido até que as bebidas sejam colocadas no porta-malas, em recipiente lacrado. Já o projeto original previa que o motorista perderia o direito de dirigir por um ano e que os passageiros com carteira de habilitação ficariam impedidos de dirigir por seis meses.

O relator, no entanto, excluiu essas penalidades. Para ele, não é correto punir os passageiros, que nem sempre sabem o que é transportado no interior do veículo.

Outra modificação proposta por Albuquerque é que o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) especifique a forma como deverá ser feito o transporte das bebidas em compartimentos lacrados no porta-malas do veículo. Em veículos de transporte coletivo, essa regra não será imposta (o projeto original não fazia referência aos veículos de transporte coletivo).

Valor da multa

O texto original do projeto também aumentava o valor da multa de cinco para dez vezes para quem dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer substância entorpecente. O substitutivo excluiu essa medida porque, segundo Albuquerque, o assunto já está contemplado na MP 415/08. Essa MP proíbe a venda de bebidas alcóolicas nas rodovias e já foi aprovada pelo Plenário da Câmara.

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

19/06/08 - Fonte: Agência Câmara
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